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ENTENDA SOBRE O USO DE ABAFADORES E PROTETORES AURICULARES

voltar17/01/2022

Você sabia que a proteção auditiva está prevista dentro da Norma Regulamentadora 15 (NR 15)? Ela é a norma que estabelece diretrizes para atividades e operações insalubres, e, portanto, aborda a exposição ocupacional ao ruído. A NR 15 é responsável por determinar os níveis de tolerância ao ruído medido em decibéis (DB).

Tudo isso porque a exposição aos ruídos em excesso pode levar até a surdez ocupacional.

E para proteger os colaboradores, todas as empresas que desenvolvem atividades nas quais exista risco auditivo devem, obrigatoriamente, implementar o Programa de Conservação Auditiva (PCA). Ele comtempla um conjunto de medidas de prevenção de perdas auditivas ocupacionais.

O PCA é, normalmente, elaborado por profissionais como fonoaudiólogos, engenheiros ou técnicos de segurança do trabalho, além de médicos e enfermeiros do trabalho.

COMO ATENUAR OS RUÍDOS

Em primeiro lugar, o PCA procura eliminar ou atenuar a intensidade do perigo através de medidas de prevenção coletiva e administrativa, isto é, controlar e/ou reduzir os ruídos existentes até que eles alcancem níveis considerados seguros.

Mas caso não seja possível reduzir os riscos até um nível aceitável por norma, a empresa precisará garantir a proteção dos seus colaboradores através de Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Pela norma, o limite máximo de exposição de pressão sonora do trabalhador durante um período de 8 horas são 85dB (decibéis). Caso ele ultrapasse este limite, a empresa precisa buscar soluções para diminuir o risco e se for o caso, se responsabilizar pela insalubridade devido a eventuais doenças ocupacionais desenvolvidas ao longo do tempo.

As formas mais utilizadas para atenuação dos ruídos são a do uso dos abafadores de ruídos ou protetores auriculares.

Veja alguns modelos de abafadores de ruídos:

Clique aqui para ver mais detalhes.

E alguns modelos de protetores auriculares:

Clique aqui para ver mais detalhes.

QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE ABAFADORES DE RUÍDOS E PROTETORES AURICULARES

Vimos aqui os dois modelos de EPI para proteção auditiva: abafador de ruído e protetor auricular. Os dois têm o mesmo objetivo, que é a diminuição dos ruídos dentro do ambiente de trabalho, mas qual a diferença entre eles?

A principal é o nível de ruído que os equipamentos oferecem proteção. Cada modelo garante diferentes potencias e capacidades de proteção. A escolha deve ser feita pelo médico do trabalho ou técnico de segurança do trabalho.

Além disso, ainda é preciso levar em consideração o conforto do trabalhador.

No caso do abafador de ruído, que é chamado de tipo concha, revestido com espuma, ele é considerado mais confortável por não ser tão invasivo quanto os protetores auriculares. Por outro lado, os protetores são mais práticos e leves.

COMO ESCOLHER O EPI CORRETO

Para que o usuário escolha o seu EPI, o engenheiro e/ou técnico de segurança do trabalho devem fazer a análise e cálculos para definir quais equipamentos serão capazes de garantir a proteção do trabalhador, gerando um nível de atenuação aceitável.

Após isso, o empregador poderá fazer a compra de diversos tipos de protetores, sendo eles tipo concha ou auricular. Então o usuário poderá testar os diversos modelos e verificar qual deles apresenta o melhor conforto e adaptabilidade para ele.

A Carbografite possui modelos de protetores auriculares que são antialérgicos, do tipo cogumelo, com ou sem cordão, e que podem vir acompanhados da caixinha de preservação do EPI ou não.

Além dos protetores, também possuímos uma linha completa de abafadores de ruídos do tipo concha, variando de 12 a 25 dB de NRRsf. E ainda modelos que podem ser utilizados em conjunto com outros EPI’s (conjugado), confortáveis, leves, duráveis e fabricados com materiais de alta qualidade.

CUIDADOS COM O EPI

Segundo a NR06, é de responsabilidade do empregador fazer todas as análises necessárias para colocar o empregador em boas condições de trabalho e, se for o caso, conceder todos os EPI necessários. Por outro lado, é de responsabilidade do empregado manter o EPI em boas condições de uso, cuidar dos equipamentos, com o objetivo de garantir boa durabilidade, além de fazer as inspeções necessárias e higienizar corretamente seguindo as instruções do fabricante.

A parte de armazenamento e higienização do EPI é de extrema importância para garantir que ele funcione corretamente. A recomendação é para que o EPI seja guardado em sua embalagem original em um lugar seco, na sombra, ventilado, limpo e longe de produtos químicos.

Veja alguns cuidados básicos com os abafadores:

• Não manuseie o abafador de ruídos com as mãos sujas. A conservação do E.P.I. é através da limpeza, guarda e o manuseio adequado;
• O abafador não deve ter contato com álcool ou outros solventes químicos e a sua limpeza deverá ser feita com um pano úmido e a lavagem das suas espumas internas com água e sabão neutro secando na sombra;
• Deve-se trocar o abafador de ruídos sempre que estiver de tal forma sujo que seja impossível limpá-lo, quando notar alguma avaria, quando as espumas estiverem ressecadas e quando a haste não estiver dando pressão suficiente para sustentar firmemente as conchas contra as laterais da cabeça não fazendo a vedação necessária.

Vale lembrar que a substituição do EPI deve ser feita de acordo com a recomendação do fabricante ou com alguma norma interna que tenha sido criada pelo empregador. Antes de cada uso, o protetor auricular ou abafador de ruído deve ser inspecionado quanto a possíveis danos ou deformações ou desgaste pelo uso. E verifique sempre com um profissional da área de segurança do trabalho se o protetor utilizado atende ao nível de atenuação em relação ao nível de ruído do local.

A vida útil varia de acordo com a frequência de utilização, ambiente de trabalho e cuidados obtidos com o EPI.

Separe um tempo para ler também o nosso artigo sobre as diferenças entre validade e vida útil dos EPIs.

É importante lembrar ainda que o trabalhador nunca deve entrar em locais com ruídos sem o uso correto do protetor auditivo, evitando retirá-lo o máximo possível, pois deixar de usar os protetores auditivos durante 100% do tempo em que se está exposto a ruídos acima do limite de tolerância ou do nível de ação pode aumentar drasticamente a dose de exposição e o risco de desenvolver perda auditiva.

Proteja-se!

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